Um fim para a ingratidão.

13 de dezembro de 2015
Todo ser humano uma vez na vida é ingrato. Quem diz que nunca foi é hipócrita. Mas podemos lutar até o fim da nossa jornada para desconstruir isso do nosso pensamento, da nossa personalidade e do nosso coração. Sempre que não valorizamos o que temos, sempre que ignoramos os nossos pertences, sempre que reclamamos por não ter mais, estamos provando da ingratidão. Eu sei, é difícil viver num mundo onde o verbo “ter” é mais usado do que o “agradecer” sermos diferentes da maioria, mas como mudaremos essa realidade se não começarmos as mudanças nós mesmos? 
A ingratidão é filha do egoísmo, já dizia um velho sábio. Afinal, existe coisa mais egoísta do que não valorizar a ajuda do nosso irmão? Do que não agradecer por as vezes em que ele nos colocou nos braços para nos ajudarmos a terminar a caminhada? Não. É muita presunção nossa acharmos que tudo que conseguimos só vem do nosso esforço, da nossa própria força, quando na verdade todas as pessoas que passaram por perto, nos auxiliaram de uma certa forma. Ninguém consegue nada sozinho, ninguém é bom o bastante pra vencer os perigos do mundo se não tiver outra pessoa para ajudar. E, sinceramente, se temos um amigo assim, como não vamos valoriza-lo? Dizer pelo menos um “obrigada”? Sim, eu sei que também devemos ser o alicerce de alguma outra pessoa e que não devemos esperar nada em troca, mas se pudermos fazer alguém feliz com um agradecimento, por que não? Só estaremos fazendo o bem, e digo com toda certeza que possa existir no nosso universo, não existe coisa melhor do que fazer algo bom.  
Claro que foge do sentido dizer que é do bem e reclamar toda hora por não termos mais e mais, não é? Apesar de ser da natureza do ser humano o desejo do poder ser insaciável e nunca se contentar com o que tem, devemos nos policiar sempre e tentar enxergar o mundo com outros olhos. A partir do momento em que olhamos cada detalhe da Terra, notamos que somos muitos sortudos. Temos tudo, não temos? Temos comida, temos água, temos onde dormir. Podemos não ter o carro do ano, uma casa de quatro andares ou um programa só nosso na TV. Mas, o necessário é nosso e agradecer ainda é pouco. Ficar melancólico por não ser uma pessoa poderosa não ajuda em nada, só te faz ser uma pessoa triste. Eu tento, tento todos os dias afastar os pensamentos egocêntrico que chegam na minha mente. Eu não quero ser uma pessoa ingrata, eu não quero ter soberba, eu não quero ser mais uma pessoa no ruim no mundo e eu só posso caminhar na estrada da bondade se eu quiser isso. Existe muita gente precisando de mim, muita gente precisando de ti, muita gente esperando uma ajuda. Pessoas que tem a ingratidão no coração não conseguem ajudar ninguém. Vamos mudar, vamos reconhecer as coisas boas que a vida já nos deu e gratular as pessoas que estão sempre com a gente.  
Lidar com a ingratidão é horrível, ajudar uma pessoa e ver ela te apunhalando pelas costas é uma das piores dores do mundo. Palavras de quem já passou por isso. Se tu não queres que isso aconteça contigo, não faça com os outros. Como já disse, e repito mais uma vez, a mudança no mundo começa dentro da gente. O mundo não precisa de mais uma pessoa ingrata, de mais uma pessoa egoístas, os clones da Maria Antonieta já foram reproduzidos demais. Que tal se formos nós os que causaram uma revolução? É só pregar o amor. O amor combate a ingratidão! O amor evita a ingratidão. Se amamos os nossos irmãos, vamos valoriza-los. Se amamos a vida, vamos valorizar o que ela nos deu. Se amamos os sonhos, vamos lutar por eles com os pés no chão. Se amamos o mundo, vamos tentar não ser um ser humano ruim pra ele. O amor supera tudo.  

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Menos futilidade, mais amor.

07 de dezembro de 2015
Um certo dia, eu recebi uma ligação de que tinha sido aceita no estágio que eu queria e que deveria ir de tênis, uma vez que iríamos para campo no primeiro dia de trabalho. Tudo bem, não é? Afinal, eu sabia que iria visitar muitos lugares, fazer vistorias e plantas como minha profissão faz. Aprenderia muito sobre construção civil, habitação e a realidade social. Nada melhor do que aprender, não é? Mas não foram só sobre edificações que o estágio me trouxe aprendizados, foi principalmente sobre a vida.

Quando chegou o dia, acordei com o máximo de ansiedade que pode existir e fui à cara e na coragem. Ao chegar ao lugar, fiquei sabendo que eu e os outros estagiários iríamos fazer um trabalho numa comunidade, nunca tinha ouvido falar dela e depois fui informada que lá era onde ficava o antigo lixão da minha cidade. Dali, eu já entendi que iria ver um mundo diferente do meu. Apesar de não ser da classe alta, meus pais sempre me deram tudo que eu precisava. Estudei em boas escolas, tinha comida e um bom lugar para dormir. Nada me faltava e nunca faltou. Então, seguimos para a tal comunidade. Sim, eu estava certa. Era um mundo totalmente diferente do que eu conhecia, tinham casas de alvenaria e outras de papelão. Em algumas moradias, nem divisão de cômodos tinha, em outras eram feitas com lençóis. Em uma delas, eu conheci uma garotinha. Aquilo ali, me fez crescer mais do que eu tinha crescido em toda minha vida.


A menina, de apenas cinco anos, estava descalça, magrinha e um pouco suja. Mesmo assim, era linda. Olhou para os meus pés e viu meu tênis, novinho, e disse que o sonho dela era ter um tênis rosa. Meu coração quebrou. Acho que ele nunca tinha ficado tão partido, tão angustiado. A gente reclama de tantas coisas, não é? De não ter um celular da última geração, de não ter uma câmera boa, de não usar roupa de tal marca, de não ter milhões de seguidores no Instagram ou até de não comer naquele restaurante chique que está na moda. A menina, só queria um sapato. Na hora, eu não sabia como reagir. Não sabia o que pensar. Senti que eu era uma péssima pessoa. Sai de lá com todos os pensamentos possíveis.

Então, o tempo foi passando. Vi muitas meninas como ela, visitei muitos lugares com situações piores, conheci muita gente que passava por dificuldades inimagináveis. Eu sempre soube que a vida era difícil, mas não tanto. Desde criança ouvi que existiam pessoas que passavam fome, frio e sede, mas não pensava que era assim. Já tinha visitado asilos, conhecido histórias pesadas. Também já tinha ido a orfanatos, e, infelizmente, visto pessoas com doenças sérias. Então, ao refletir sobre isso tudo, decidi tentar um pouco a visão do mundo de outras pessoas. Talvez eu não consiga, mas é necessário.

Devemos deixar a futilidade de lado, pensar mais no outro e tentar ajudar os outros. Você não precisa doar seus bens, não precisa parar de usar suas roupas de marca ou de frequentar lugares mais chiques. Você só precisa doar amor, enxergar com mais amor. Verá que ajudará pessoas, em alguns casos, apenas com seu sorriso. Perceberá que só em ouvir alguém desabafar, poderá está salvando uma vida. Visitando uma casa de apoio, fará alguém mais feliz. Algumas ações, por mais que pequenas, são grandiosas quando feitas pelo coração. Eu mudei muito, amadureci um bocado e só firmei o meu sonho de ser alguém cada vez melhor. Talvez o meu milagre fosse aquele dia qualquer em novembro de 2013, mas o seu pode ser qualquer minuto. Basta você abrir sua alma. A vida é muito mais do que nossos olhos enxergam.
Apenas uma reflexão <3 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

TOP 5: Séries

01 de dezembro de 2015
Adivinhem quem foi indicada pra uma TAG sobre 5 coisas? Isso mesmo, eu!  A Maíra do Borboleta Rabiscada me indiciou e assim como ela resolvi falar sobre uma das coisas que eu amo. Bom, minha terceira paixão depois de livros e futebol são as séries. Apesar de nunca mais ter parado pra fazer maratona, eu gosto muito de acompanhar seriados ou assistir novamente os meus antigos (sim, eu já assisti três vezes o meu favorito e não me canso). Vamos falar das minhas 5 preferidas?
5ª: Game Of Thrones


Eu sou apaixonada por política. Uma das coisas mais fortes que eu trouxe da cidade em que nasci – sou sertaneja – é essa paixão e GOT, como todos que a assistem sabem, é uma série bastante estrategista. Nela, desde a primeira temporada, você consegue notar como o ser humano é louco pelo poder o e que ele pode fazer pra conquistar o máximo de domínio possível. Além do mais, o seriado também consegue ser engraçado e irônico. Junção de coisas que eu amo! Também tem seus romances, ou seja, é perfeito pra mim. E vocês? Gostam de GOT?
 4ª: House


Um dos meus amores platônicos com certeza é Dr. House! Apesar de ser uma série longa, eu sempre consegui acompanhar direitinho e ficar em abstinência de episódios. Talvez, pela maneira que meu médico favorito lide com a vida (literalmente). Também gosto muito das reflexões que ela traz pra quem assiste o quão à mentira é agressiva na sociedade e como as pessoas são capazes de mentir. Se eu pudesse recomentar para todo o planeta, eu recomendaria. É um seriado muito inteligente, crítico, irônico e engraçado. Como não amá-lo?
3ª: Once Upon a Time


Se existe uma pessoa iludida nível máximo por conto de fadas, essa pessoa sou eu.  É da minha personalidade. Sempre fui muito romântica, apaixonada por Shakespeare e filmes da Disney. Engraçado, não é? Mas enfim, OUAT me encantou de cara por isso. Falavam das minhas princesas, meus príncipes, meus sonhos de infância e tudo isso de uma maneira diferente. Imaginem: suas historinhas mostradas de outro lado. Assim é Once. Além de ter personagens incríveis e casais que você fica louco pra vê-los juntos. Bom, tenho certeza que é uma série viciante e que quem assiste, fica do meu jeito. Alguém aqui já viu pelo menos um episódio de once e ama infinitamente a Regina? Se sim, me digam!

2ª: Pretty Little Liars


Eu sei que muita gente pensa que PLL é uma série de menininha, fútil e de pura enrolação. Eu discordo muito. Acompanho a série desde sua primeira temporada e me considero fã, uma vez que cresci com ela e fui amadurecendo com aquele seriado. As vezes penso que sou amiga dos personagens e que eles me conhecem como eu os conheço. Bom, sou assim com livros também, podem me julgar. A série fala de cinco melhores amigas e como as coisas acontecem desde que a líder dela desaparece e as outras quatros passam a receber mensagens anônimas de alguém intitulado –A. Não vou falar muito para acabar não dando spoiler, mas pra mim é uma das melhores séries que existe. Retrata o bullying, transtornos familiares, o porquê das pessoas se tornarem perseguidores e outros vários problemas da sociedade que merecem ser debatidos. Recomendo muito!

1ª: Gossip Girl


Não preciso dizer nada sobre GG, apenas que Blair é a rainha do mundo e Chuck é o meu maior amor platônico. Digo apenas uma coisa pra vocês que não assistiram a série: Chair faz ela valer a pena. Além disso, as lições sobre amizade, lealdade, fidelidade, drogas e o que dinheiro pode fazer com o ser humano também. Pra mim, é a minha favorita. Já assisti o seriado mais de três vezes e nunca me cansei. Sempre me emociono e fico triste por saber que acabou. “Mas, do que se trata a série?” Ela é narrada por uma blogger anônima chamada Gossip Girl, que recebe sempre informações sobre os personagens principais que são jovens estudantes de uma escola no Eat Side de New York. Um desses é a Blair, minha personagem favorita e o motivo do seriado ser o meu preferido. Ela é muito parecida comigo, não no quesito maldade, mas por nunca desistir do que quer, fazer de tudo pelas pessoas que ela ama, além de também ser fã da minha Audrey e uma romântica nata. Enfim, se eu falar mais, acabarei soltando tudo e chorando. Por fim, assistam.
Bom, espero que tenham gostado do post e que deixem suas opiniões sobre minhas queridinhas e falem sobre as suas séries favoritas também. Os 5 blogs indicados pra continuar as 5 coisas são: Mente Literária | Box Feminino | Em Busca de Romeu | Bem Mimadinha | Blog Robotomia
Enfim, beijo e não se esqueçam de opinar. 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Vai mesmo desistir?

29 de novembro de 2015
Às vezes o coração aperta, você não enxerga sentido em continuar. Sente um vazio no estômago e uma vontade de correr sem rumo. Eu sei. Mas são nesses momentos que devemos ter discernimento de não se desesperar, manter a fé, respirar e ter calma. Mesmo quando todo problema parecer não ter fim, mesmo quando o obstaculo parecer ser maior que você, mesmo quando tu não conseguires enxergar uma luz dentro do túnel, mesmo quando só surgir pedras na tua estrada, você não pode desanimar. Tudo isso, tudo o que se manisfestar para que te faça desencorajar te farão uma pessoa muito melhor no futuro, basta tu absorveres o melhor. Eu sei, eu sei que não é fácil lidar com certas coisas e também sei que as vezes parece que perdemos os pés, o coração e a cabeça. Afinal, quantas vezes você pensou que não iria conseguir caminhar depois de se deparar com um cascalho?

Eu já parei incontáveis vezes, deixei que isso me derrubasse, e meus caros, não vale a pena. Resistir a ingratidão das pessoas foi, sem duvidas, um dos piores empecilhos da minha jornada. Contudo, com certeza foi um dos meus maiores aprendizados. Quando você lida com atitudes ingratas, tu percebes que não pode esperar nada de ninguém e agir de bom coração. Se as pessoas valorizarem isso, bem. Se não, continue ajudando os outros. Isso só diz quem eles são e o que eles precisam mudar. Não você. Não se deixe amargurar, já existem amargurados demais no mundo. E tu não queres ser mais um, não é? Eu sei que não. Por isso eu digo que devemos seguir sempre em frente, independente de tudo. A vida é curta! Muito curta. Num piscar de olhos, o mundo inteiro deixa de existir. Inclusive os problemas.

E quantos problemas não nos fazem sentir um desejo de desaparecer em alto mar numa canoa? Fingir que não conhecemos ninguém? Correr sem rumo no meio do deserto? Entrar no meio da amazônia e se desligar de tudo? Quantas vezes você não desejou acordar sem se lembrar de nada? Usar uma máscara pra se tornar irreconhecível? Mas, isso resolve alguma coisa? Não. Nunca. Apenas te daria um tempo e depois voltaria tudo de novo. É impossível viver e não ter que enfrentar penhascos e terremotos. A gente pode ate não lidar nunca com um tsunami, mas vamos ter que pular ondas fortes. Assim é a vida.

Portanto, quando sentires um aperto bem forte e aquelas lágrimas começarem a brotar no seu rosto, sorria. Significa que tu irás começar a ter mais um ensinamento pra compartilhar no futuro. Coloque um sorriso no rosto e o deixe se misturar entre teu choro, será só mais uma coisa pra tua batalha se tornar mais forte. E a gente sabe, não é? Que a nossa coragem é bem maior e é ela que nos faz vencer dia após dia, por isso não desanimamos.

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Vamos colocar um pouco de amor no mundo?

18 de novembro de 2015

Cada pessoa busca encontrar alguém para amar, óbvio que pra sentir algo tão grande por uma pessoa, é necessário sentir isso por você mesmo. É complicado quando as pessoas amam mais o outro do que a si mesmo. Aliás, se inferiorizam. Contudo, o amor não é algo banal, não é algo que deve ser descartado ou jogado no lixo. O amor é o que move o mundo. E existe algo melhor do que ser o motivo da rotação da terra? Não, então ame. Ame tudo o que você ver, cheirar e tocar. Ame até quem não merece o amor. Ame as árvores, ame os animais, ame o céu, ame o mendigo, ame seus pais, ame o cantor daquela banda antiga, ame um filme, ame as palavras, ame a luz que entra pela sua janela. Quando você amar tudo isso, ame alguém. Deixe a paixão entrar em você. Não proíba esse sentimento de fazer parte do seu corpo. Se ele for verdadeiro, vai te fazer uma pessoa melhor.

João Pessoa – Paraíba

Quando você ficar realmente apaixonado, sentirá vontade de ser o que há de melhor no planeta. Verá o mundo da forma mais bela que houver e se preocupará em fazer com que os outros vejam assim também. Não existirá nada que te faça mais feliz do que o sorriso daquela pessoa, aliás, existirá sim, o abraço dela. Você se sentirá imensamente feliz quando estiver perto dela. Tem como isso não ser bom pra o universo? Alguém feliz? Ah, se todo mundo tivesse essa felicidade no peito, guerras seriam cessadas ou, talvez, nem iniciadas. Mais vidas seriam salvas, mais quadros seriam pintados, mais flores seriam mandadas, mais poesias seriam recitadas, mais ingressos no cinema seriam vendidos, mais tatuagens seriam feitas, mais pessoas ririam de graça. Como não amar sabendo disso? O amor reflete muitas coisas, e principalmente, paz de espírito.

Por isso, eu peço para que vocês tratem o amor com muito respeito. Não saiam jogando fora, nem menosprezando quando alguém vier trazer um pouco de paixão pra sua vida. Mesmo que não seja recíproco, tenha um pouco de carinho por ele. Também, não o implore a ninguém e não deixe distribuí-lo se uma pessoa não sentir o mesmo que você. Ame, ame com toda força que você tiver, um dia esse amor voltará pra você. Tenha certeza disso. O amor é muito maior do que qualquer outra coisa que existe, ele sempre vence.

(Feliz 2 anos e 6 meses de namoro pra mim!)

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.