Movimento Pode Desabafar!

14 de janeiro de 2016
Sabe aqueles dias em que a gente só quer sair correndo gritando? Ou que queremos jogar tudo o que sentimos pra fora, mas temos medo da opinião alheia? Bom, trouxe aqui uma solução, uma vez que isso sempre acontece comigo. Que solução é essa? O movimento Pode Desafabar! “Ok, martinha, legal e tal, mas como funciona isso?” Bom, você nos manda um e-mail desabafando, e nós te respondemos. “Ah, legal, mas quem são vocês?” Poxa, me desculpa por não ter dito antes. O movimento é formado por 5 blogueiras (eu, Vanessa, Camila, Samara e Nicole) e antes que você pergunte, você é quem escolhe como podemos te responder: vídeo, post no blog, fanpage ou pelo próprio e-mail mesmo. O que importa é que a gente te ajude!  
A nossa intenção é ajudar aqueles que precisam de uma palavra amiga, um conselho ou uma ajuda rápida. Sabemos o quão difícil é confiar nas pessoas hoje em dia, ou melhor, o quão difícil é reconhecer que temos problemas e desabafar com alguém. Sempre queremos ser fortes, não é? Mas extravasar não te faz fraco, não esqueça disso nunca. Se você precisa conversar com alguém, converse. Isso vai te ajudar.  
Mas, qual o email? É esse: pdresponde@gmail.com 
E qual de vocês irá me responder? Qualquer uma. Será um sorteio.  
Eu preciso me identificar? Não. Isso fica a seu critério.  
Posso divulgar o projeto pra outras pessoas? Com certeza!  
Por fim, é isso. Qualquer dúvida, podem comentar aqui ou mandar um e-mail. Esperamos que vocês participem do projeto e lembrem da gente quando precisarem desabafar. Estamos aqui pra isso! Ah, não esqueçam: se cada um plantar um pouquinho de amor todos os dias, colheremos um mundo mais amoroso no futuro. Plantem amor! Um beijo. 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Alegre-se com a felicidade do próximo!

08 de janeiro de 2016

Até que ponto você consegue atacar uma pessoa para subir na vida? Qual parte da sua vida você consegue tirar pra poder destruir alguém? Será que você percebe o quão perturbador tu consegues ser só por viver em função de jogar um ser humano de uma ponte? Não? Então vamos conversar.  
A nossa vida em si é cheia de dificuldades, temos problemas, temos erros, tropeçamos nos nossos próprios pés, nos cansamos, ficamos doentes e às vezes nem forças temos para chegar a tal lugar. Com todo mundo é assim. Até aquelas pessoas mais improváveis que vivem sorrindo, tem dificuldades ao longo da sua jornada. Não ache que só você sofre meu caro, todos nós sofremos. Não é fácil pra ninguém viver. Você consegue se lembrar daquele dia em que acordou a noite com medo de perder seus pais? Aquela moça ali da esquina já acordou assim também. O seu pavor a remédio no corte de joelho, o seu desprezo por cenoura ou até aquele medo que você tinha de chegar perto da menina que você gosta, todos já passaram por isso. Por isso, não podemos julgar os outros. Achar que eles não merecem o que conquistaram e gritar ao mundo a injustiça de você não ter recebido um troféu e seu amigo sim. Tu, por mais contato que tenha com ele, não sabe as ondas que ele teve que pular pra conquistar.
Além disso, não adianta nada você reclamar agora. Não é assim que se consegue atingir os objetivos. Pra ganhar qualquer corrida, é necessário que a gente corra mais e mais rápido, colocar o pé pra derrubar o adversário não vai te fazer vencer se você não continuar correndo. Alias, só vai te prejudicar mais do que você prejudicou ele. Você pode ser desclassificado, você pode ser punido e com certeza não colherá bons frutos pela sua desonestidade. Mas, se você, faz amizade com seu adversário e conversa com ele pedindo dicas, talvez os dois vençam o desafio. O problema está todo nas pessoas quererem sempre está na frente do outro, ganhar do outro, ser melhor que o outro e se sentirem superior ao outro. Se alguém se destacar um pouco mais que elas, já é motivo para receber o máximo de ódio possível. Por isso, elas não conseguem ganhar a corrida. E se ganham, depois perdem o prêmio por ter colocado o pezinho lá no inicio para derrubar o outro.
Aceitar que as pessoas podem vencer também, não é fácil quando temos a autoestima baixa, mas é possível se você tentar e seguir os conselhos de Jesus, mesmo que não creia nele, se você amar o próximo como ama a si mesmo, ficará feliz em ver os outros vencendo batalhas também. E sinceramente, não existe nada melhor do que a gente sorrir pela alegria das pessoas. Tornamos nossa vida mais fácil, mais leve, mais verdadeira. Diante disso, deixo um conselho que é bom, mesmo sendo de graça:Alegrai-vos com as conquistas do próximo para que seu coração se encha de amor e com amor, você sobe qualquer montanha.

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

O poder do bom pensamento

01 de janeiro de 2016

Na nossa vida, inúmeras coisas ruins acontecem desde o nosso nascimento até a nossa morte. Se pararmos pra refletir a quantidade de eventos que nos deixou triste até hoje, pensaríamos no dia em que deixamos cair um pirulito na pracinha ou quando tropeçamos ao correr pra o escorregador e acabamos ralando o joelho, não é? Pensaríamos também nas pessoas que partiram da nossa vida, na saudade infinita que sentimos daqueles que já faleceram e daquelas que hoje não falamos mais. Porém, se eu te pedir pra me contar as coisas alegres que já aconteceu contigo, você conseguiria relembrar aquele dia em que seu coleguinha lhe deu um abraço? Daquele dia em que você ficou dançando a tarde inteira com seu melhor amigo? Será mesmo? Estamos tão acostumados a esquecer de coisas do nosso cotidiano que perdemos lembranças incríveis. É por isso que devemos praticar um bom pensamento.

Quando começamos a enxergar a vida de uma maneira diferente, também guardaremos nossas lembranças de um jeito mais especial. Esse é o poder do pensamento positivo. Aliás, sabe qual é a força que ele tem? Infinita. Sempre que você estiver triste porque algum imprevisto aconteceu, olhe para o lado e veja algo especial. Algo que você não veria se aquilo tivesse dado certo. É possível extrair beleza nas piores coisas, é só você mudar o seu modo de olhar.Eu falo isso por experiência própria. Quando estou com algo me angustiando, tento citar os episódios mais simples que me fazem sorrir no meu dia-a-dia, até a angustia passar, quando percebo, estou me sentindo mais feliz do que estava antes de ficar angustiada. É algo instantâneo. Você lembra algo que te faz rir, e ri.

Em alguns momentos é mais complicado pensar positivo, eu sei disso, mas como tudo nessa vida, nada é impossível. Se você começar algo pensando que não dará certo, provavelmente isso não dará certo mesmo e não me venha com um “é melhor não criar expectativas, assim você se surpreende” porque não é bem assim. Coisas boas atraem coisas boas. Coisas ruins atraem coisas ruins. Tente ver como se torna mais fácil passar em uma prova quando você diz “Ei, eu sou capaz! Eu vou passar!”. Por mais difícil que o morro lhe pareça, você consegue subi-lo se acreditar nisso.  Principalmente se você perceber que o primeiro passo é esse: acreditar. Como uma coisa vai existir se você não acreditar nela? Complicado, não é?

Quando começamos a pensar de um jeito mais feliz, mais alegre, mais positivo, a vida toda se torna colorida. Sempre que alguém vier lhe dizer algo triste, você enxergará o lado bom daquilo ali e poderá tornar a vida de alguém mais feliz também. Não é errado ser uma pessoa mais natureza, você não estará sendo só mais um que acredita em contos-de-fada não, você estará sendo alguém que ajuda o mundo a ser salvo. Valorizar o bem é necessário. Não tenha medo. Tornamo-nos fortes quando nos tornamos positivos.Pode ter certeza disso. Se tu, de alguma maneira queres mudar a sua maneira de ver o mundo, saiba que o caminho é esse.

Valorize cada detalhe da sua vida, cada coisinha pequena. Veja beleza no sorriso de uma criança que você não conhece, veja beleza na música que está tocando no carro vizinho ao seu no congestionamento, veja beleza nas folhas balançando quando aquela chuva vier, veja beleza no cabelo branco do seu pai quando ele estiver estressado, veja beleza no formato da lama que seu cachorro deixou quando entrou na sua casa todo sujo. Toda raiva, ira, tristeza sairá se você enxergar encanto em tudo. E é aí que está a magia de um bom pensamento, em nunca te deixar ficar mal e te fazer ter as melhores lembranças que alguém pode ter. Nossa vida é só uma! Devemos aproveita-la da melhor maneira e não é reclamando que faremos isso, mas sorrindo sim. Sorrindo sempre aproveitamos mais. Por isso, sorria. Torne-se uma estante de sorrisos para todo instante. 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Retrospectiva do meu cabelo em 2015.

30 de dezembro de 2015
Quem me conhece desde sempre sabe que eu sou super a favor de mudanças, principalmente capilares. Eu não consigo passar muito tempo com meu cabelo igual, fico enjoada e louca pra passar a tesoura ou mudar a cor. Isso é algo da minha personalidade que se tornou uma característica forte em mim. Por isso, resolvi fazer esse post falar das mudanças que eu fiz nesse ano! Espero que vocês gostem e que eu ajude vocês pelo menos um pouquinho sobre colorimetria do acobreado, ok?

Pra falar do meu cabelo em 2015, tenho que ir até 2013 e relembrar o meu platinado. Bom, meu cabelo natural é na altura do 7.3. Ele é loiro escuro! Sempre tive nele umas mechinhas loiras, às vezes californianas e às vezes só umas luzes peroladas. Até que me apaixonei pelo cabelo a Ashley Benson e quis deixar ele todinho platinado curtinho.


Se eu amei? Sim. Eu amei! Mas infelizmente existem pessoas que para se sentirem bem, precisam desmerecer as outras e devido a essas, eu acabei prejudicando o meu cabelo tirando esse loiro lindíssimo jogando um castanho por cima. Por isso, em 2014, passei o ano em transição pra tirar toda a tinta. Só cortava. Então, no começo de 2015 eu estava com meu cabelo assim, todo natural:

Até que minha mãe se apaixonou por um ruivo na rua, perguntou qual era a cor da moça e decidiu pintar o dela. Como eu sempre tive vontade de deixar meu cabelo ruivinho prometi a mim mesmo que se eu passasse no vestibular pra Civil eu pintaria, e adivinhem? Eu passei! Pintei da mesma cor que minha mãe pintou, Igora 7.77 com ox de 30. Gente, essa tinta é maravilhosa! Ela não ressecou meu cabelo nada e eu alcancei de cara a cor que eu queria. Fiquei apaixonada! Também repiquei um pouco mais meu cabelo.


Porém, como eu disse no começo, eu enjoo rápido. Queria um tom mais claro e mais laranjinha! Então, no retoque (retoco a cada dois meses) eu decidi que iria fazer uma misturinha. Usaria Igora 8.77 que é um tom mais claro do que a que eu usei antes com a outra, numa proporção de um tubo da 7.77 para ½ da 8.77 com ox de 30. Essa misturinha ficou maravilhosa. Muitas meninas a usam, e eu não sabia que ela era tão linda.

Na terceira vez em que pintei, eu tinha descoberto uma técnica maravilhosa para cuidar do meu cabelo e não desbota-lo tão rápido. Chama-se Low Poo. É uma técnica criada pras cacheadas, contudo, todo mundo pode usa-la. Nela você para de usar parafina,  derivados do petrolio e bane o sulfato dos shampoos. Foi à salvação dos meus cabelos! Por causa dela eu decidi parar com a selagem e estou em transição pra voltar a ter minhas ondas novamente (meu cabelo é mais ou menos um 2A ou 2B, ainda não sei). Simplesmente senti uma diferença gigante no crescimento dele e no jeito que ele se comportava quando eu lavava, hidratava, nutria ou reconstruía. Ou seja, maior aprendizado capilar de 2015: Low poo! Depois posso fazer um post se vocês quiserem explicando mais e contando quais produtos eu uso. Enfim, nesse retoque, eu usei a mesma misturinha e não aparei as pontinhas.

Entre o terceiro e quarto retoque, eu passei a usar um tonalizante MARAVILHOSO, chamado Garota Veneno da Lola Cosmetics, ele não tem parafina e é liberado pra Low. Além disso, age como uma reconstrução e deixa o cabelo impecável. Acho que foi o dia do ano em que o meu cabelo ficou mais bonito, nunca me senti tão feliz com ele!


Até retocar pela quarta e última vez no ano. Decidi que ia usar só a Igora 8.77 com ox de 30 pra deixar ele um pouco mais claro e foi assim que dei fim a minha saga ruiva. Essa é a cor que eu quero e a que eu recomendo pra qualquer pessoa. Ela é apaixonante! Deixa um acobreado lindo e vai desbotando pra o loiro, o que fica mais fácil de tonalizar e voltar a ter a cor mais viva.

Enfim, encerro aqui a retrospectiva. Espero que vocês tenham gostado! Se tiverem alguma duvida, comentem ou falem como pelas redes sociais. Se quiserem algum post relacionado a isso ou a outra coisa, também podem falar, está bem? Desejo do fundo do meu coração que em 2016 eu faça mais mudanças drásticas e surpreendentes hahaha. Beijo! 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

5 aprendizados que 2015 me trouxe.

22 de dezembro de 2015


Hoje quis fazer um post diferente, quis falar a vocês sobre os 5 maiores ensinamentos que eu tive em 2015. Afinal, foi um ano em que eu não consegui fazer universidade (eu passei para o 2015.2 e devido a greve, meu curso que começaria em agosto só irá começar em fevereiro), conclui meu estágio e passei por grandes problemas na minha vida pessoal. Ou seja, foram 365 dias de muitas descobertas, aprendizados e tapas na minha cara. Vamos lá?

1 –  A gente só colhe o que planta.

Sempre soube disso, aliás, sempre ouvi falar disso, mas foi nesse ano que ratifiquei essa minha tese. Em 2014, eu tive a minha fé a prova inúmeras  vezes. Saia de casa as 07:00 da manhã e voltava as 23:00. Era estágio, ifpb, cursinho pro vestibular e monografia. Todos os dias. Sempre me disseram “ou você só faz uma coisa ou não irá conseguir ser boa em nenhum dos 4.” E adivinhem? Consegui finalizar com mérito nos 4. Claro que alguns resultados só vieram sair esse ano, então sim, você só colhe o que planta. Eu poderia ter desistido. Eu poderia ter me entregado e deixado alguma pra lá. Mas não, fui até o fim e até hoje colho os frutos de todo meu esforço e colherei para sempre, uma vez que meu aprendizado ficará eternamente na minha mente e no meu coração.

2 – Nem todas as pessoas são essenciais na nossa vida.

A gente tende a achar que precisamos de fulano para sobreviver, que não existe sentido na nossa vida se não tivermos aquela amizade, aquele romance ou aquele ídolo. Não, gente. Eu acredito que essencial só Deus e nossos pais (sejam biológicos ou de criação). Não deveríamos colocar expectativa em cima de ninguém, acreditar que precisamos dela pra tudo. Assim como nós iremos decepcionar alguém na nossa vida, as pessoas irão fazer isso conosco também. Se alguém saiu da sua vida, deixe-a ir. Isso significa que aquilo não era pra ser. Apenas agradeça pelos momentos passados, até aqueles mais tristes e de mágoas, eles também serviram como ensinamentos na tua vida.

3 – Julgar é errado e deveria ser proibido.

Ninguém vive a vida de ninguém. Ninguém sabe quem é ninguém. Ninguém conhece o coração de ninguém. Nem aqueles que tu convives todos os dias. Por isso, não deveremos atirar pedras. Quando alguém nos julga, ficamos arretados. Eu mesma fico. Não compreendo como alguém que só viu uma foto minha consegue tirar definições incríveis sobre a minha personalidade e eu não consigo fazer isso com anos de convívio com algumas pessoas. É inexplicável, não é? Por isso eu me policio sempre para não fazer o mesmo. Não sou hipócrita de dizer que nunca julguei, não julgo ou não vou julgar. Contudo, irei fazer o máximo para não cometer tais ações. Vamos tentar fazer isso também? Em 2017 vocês me dizem se conseguiram.

4 – Enxergar além do que nossos olhos nos mostra é essencial.

Como disse no começo, eu finalizei meu estágio esse ano. Eu não poderia falar nada mais nada menos do que isso sobre ele e o quão feliz eu sou por ter aprendido isso. O nosso mundo não é perfeito, nosso País tem pessoas fome, nosso estado tem pessoas com frio e na nossa cidade tem pessoas dormindo em barraco. Temos a capacidade de achar que isso só acontece em lugares longes, mas não, na nossa frente tem tudo isso. Quando passamos a ver, passamos a querer fazer. Passamos a querer ajudar, passamos a parar de reclamar e nos impressionar com a nossa futilidade. É indispensável que cada pessoa, inclusive eu, abramos os olhos para que a gente dê poder ao nosso coração para sentir vontade de mudar. Se mesmo com os olhos abertos a gente não enxergue a maldade do mundo, devemos usar óculos para que isso aconteça. Para que a lama da crueldade não nos contamine, é necessário que saibamos onde ela está.

5 – Gratidão é a palavra chave da felicidade.

Pode até parecer uma frase clichê ou de alguém que não sabe nada, mas é a realidade. Quando aprendi isso, boa parte da minha caminhada se tornou mais leve. Ser gratos aos nossos amigos, aos nossos parentes, ao nosso trabalho, a natureza, ao mundo, aos nossos pertences e a nossa vida é essencial.  A luta pelo mais é cansativa, desgastante e nos traz péssimos frutos. Óbvio que devemos sonhar, mas com a cabeça lá em cima e nossos pés no chão. Existe tanta coisa que a gente tem, tanta coisa que é mais do que merecemos e só conseguimos pensar no que não temos. Valoriza-las faz um bem danado. Mostra-nos que a vida é mais do que qualquer coisa. Não deixe pra estimar quando perder. Depois você pode se arrepender.

Bom, com certeza aprendi muito mais do que isso e sei que ainda preciso amadurecer muito, aprender mais e ter uma alma cada vez mais leve. Porém, não posso negar que 2015 foi o ano em que tirei uma fenda dos meus olhos. Foi ano que renovei meu sim a Deus, o ano em que vi que tenho muito e que ninguém alcança nenhum objetivo se não lutar, se não caminhar com força. Parar para pensar no que a gente aprendeu também é um exercício espetacular, sabiam? Tentem fazer isso e me digam quais são os aprendizados que a vida lhe deu esse ano. Tenho certeza que são muitos. 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.