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Retrospectiva do meu cabelo em 2015.

30 de dezembro de 2015
Quem me conhece desde sempre sabe que eu sou super a favor de mudanças, principalmente capilares. Eu não consigo passar muito tempo com meu cabelo igual, fico enjoada e louca pra passar a tesoura ou mudar a cor. Isso é algo da minha personalidade que se tornou uma característica forte em mim. Por isso, resolvi fazer esse post falar das mudanças que eu fiz nesse ano! Espero que vocês gostem e que eu ajude vocês pelo menos um pouquinho sobre colorimetria do acobreado, ok?

Pra falar do meu cabelo em 2015, tenho que ir até 2013 e relembrar o meu platinado. Bom, meu cabelo natural é na altura do 7.3. Ele é loiro escuro! Sempre tive nele umas mechinhas loiras, às vezes californianas e às vezes só umas luzes peroladas. Até que me apaixonei pelo cabelo a Ashley Benson e quis deixar ele todinho platinado curtinho.


Se eu amei? Sim. Eu amei! Mas infelizmente existem pessoas que para se sentirem bem, precisam desmerecer as outras e devido a essas, eu acabei prejudicando o meu cabelo tirando esse loiro lindíssimo jogando um castanho por cima. Por isso, em 2014, passei o ano em transição pra tirar toda a tinta. Só cortava. Então, no começo de 2015 eu estava com meu cabelo assim, todo natural:

Até que minha mãe se apaixonou por um ruivo na rua, perguntou qual era a cor da moça e decidiu pintar o dela. Como eu sempre tive vontade de deixar meu cabelo ruivinho prometi a mim mesmo que se eu passasse no vestibular pra Civil eu pintaria, e adivinhem? Eu passei! Pintei da mesma cor que minha mãe pintou, Igora 7.77 com ox de 30. Gente, essa tinta é maravilhosa! Ela não ressecou meu cabelo nada e eu alcancei de cara a cor que eu queria. Fiquei apaixonada! Também repiquei um pouco mais meu cabelo.


Porém, como eu disse no começo, eu enjoo rápido. Queria um tom mais claro e mais laranjinha! Então, no retoque (retoco a cada dois meses) eu decidi que iria fazer uma misturinha. Usaria Igora 8.77 que é um tom mais claro do que a que eu usei antes com a outra, numa proporção de um tubo da 7.77 para ½ da 8.77 com ox de 30. Essa misturinha ficou maravilhosa. Muitas meninas a usam, e eu não sabia que ela era tão linda.

Na terceira vez em que pintei, eu tinha descoberto uma técnica maravilhosa para cuidar do meu cabelo e não desbota-lo tão rápido. Chama-se Low Poo. É uma técnica criada pras cacheadas, contudo, todo mundo pode usa-la. Nela você para de usar parafina,  derivados do petrolio e bane o sulfato dos shampoos. Foi à salvação dos meus cabelos! Por causa dela eu decidi parar com a selagem e estou em transição pra voltar a ter minhas ondas novamente (meu cabelo é mais ou menos um 2A ou 2B, ainda não sei). Simplesmente senti uma diferença gigante no crescimento dele e no jeito que ele se comportava quando eu lavava, hidratava, nutria ou reconstruía. Ou seja, maior aprendizado capilar de 2015: Low poo! Depois posso fazer um post se vocês quiserem explicando mais e contando quais produtos eu uso. Enfim, nesse retoque, eu usei a mesma misturinha e não aparei as pontinhas.

Entre o terceiro e quarto retoque, eu passei a usar um tonalizante MARAVILHOSO, chamado Garota Veneno da Lola Cosmetics, ele não tem parafina e é liberado pra Low. Além disso, age como uma reconstrução e deixa o cabelo impecável. Acho que foi o dia do ano em que o meu cabelo ficou mais bonito, nunca me senti tão feliz com ele!


Até retocar pela quarta e última vez no ano. Decidi que ia usar só a Igora 8.77 com ox de 30 pra deixar ele um pouco mais claro e foi assim que dei fim a minha saga ruiva. Essa é a cor que eu quero e a que eu recomendo pra qualquer pessoa. Ela é apaixonante! Deixa um acobreado lindo e vai desbotando pra o loiro, o que fica mais fácil de tonalizar e voltar a ter a cor mais viva.

Enfim, encerro aqui a retrospectiva. Espero que vocês tenham gostado! Se tiverem alguma duvida, comentem ou falem como pelas redes sociais. Se quiserem algum post relacionado a isso ou a outra coisa, também podem falar, está bem? Desejo do fundo do meu coração que em 2016 eu faça mais mudanças drásticas e surpreendentes hahaha. Beijo! 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

5 aprendizados que 2015 me trouxe.

22 de dezembro de 2015


Hoje quis fazer um post diferente, quis falar a vocês sobre os 5 maiores ensinamentos que eu tive em 2015. Afinal, foi um ano em que eu não consegui fazer universidade (eu passei para o 2015.2 e devido a greve, meu curso que começaria em agosto só irá começar em fevereiro), conclui meu estágio e passei por grandes problemas na minha vida pessoal. Ou seja, foram 365 dias de muitas descobertas, aprendizados e tapas na minha cara. Vamos lá?

1 –  A gente só colhe o que planta.

Sempre soube disso, aliás, sempre ouvi falar disso, mas foi nesse ano que ratifiquei essa minha tese. Em 2014, eu tive a minha fé a prova inúmeras  vezes. Saia de casa as 07:00 da manhã e voltava as 23:00. Era estágio, ifpb, cursinho pro vestibular e monografia. Todos os dias. Sempre me disseram “ou você só faz uma coisa ou não irá conseguir ser boa em nenhum dos 4.” E adivinhem? Consegui finalizar com mérito nos 4. Claro que alguns resultados só vieram sair esse ano, então sim, você só colhe o que planta. Eu poderia ter desistido. Eu poderia ter me entregado e deixado alguma pra lá. Mas não, fui até o fim e até hoje colho os frutos de todo meu esforço e colherei para sempre, uma vez que meu aprendizado ficará eternamente na minha mente e no meu coração.

2 – Nem todas as pessoas são essenciais na nossa vida.

A gente tende a achar que precisamos de fulano para sobreviver, que não existe sentido na nossa vida se não tivermos aquela amizade, aquele romance ou aquele ídolo. Não, gente. Eu acredito que essencial só Deus e nossos pais (sejam biológicos ou de criação). Não deveríamos colocar expectativa em cima de ninguém, acreditar que precisamos dela pra tudo. Assim como nós iremos decepcionar alguém na nossa vida, as pessoas irão fazer isso conosco também. Se alguém saiu da sua vida, deixe-a ir. Isso significa que aquilo não era pra ser. Apenas agradeça pelos momentos passados, até aqueles mais tristes e de mágoas, eles também serviram como ensinamentos na tua vida.

3 – Julgar é errado e deveria ser proibido.

Ninguém vive a vida de ninguém. Ninguém sabe quem é ninguém. Ninguém conhece o coração de ninguém. Nem aqueles que tu convives todos os dias. Por isso, não deveremos atirar pedras. Quando alguém nos julga, ficamos arretados. Eu mesma fico. Não compreendo como alguém que só viu uma foto minha consegue tirar definições incríveis sobre a minha personalidade e eu não consigo fazer isso com anos de convívio com algumas pessoas. É inexplicável, não é? Por isso eu me policio sempre para não fazer o mesmo. Não sou hipócrita de dizer que nunca julguei, não julgo ou não vou julgar. Contudo, irei fazer o máximo para não cometer tais ações. Vamos tentar fazer isso também? Em 2017 vocês me dizem se conseguiram.

4 – Enxergar além do que nossos olhos nos mostra é essencial.

Como disse no começo, eu finalizei meu estágio esse ano. Eu não poderia falar nada mais nada menos do que isso sobre ele e o quão feliz eu sou por ter aprendido isso. O nosso mundo não é perfeito, nosso País tem pessoas fome, nosso estado tem pessoas com frio e na nossa cidade tem pessoas dormindo em barraco. Temos a capacidade de achar que isso só acontece em lugares longes, mas não, na nossa frente tem tudo isso. Quando passamos a ver, passamos a querer fazer. Passamos a querer ajudar, passamos a parar de reclamar e nos impressionar com a nossa futilidade. É indispensável que cada pessoa, inclusive eu, abramos os olhos para que a gente dê poder ao nosso coração para sentir vontade de mudar. Se mesmo com os olhos abertos a gente não enxergue a maldade do mundo, devemos usar óculos para que isso aconteça. Para que a lama da crueldade não nos contamine, é necessário que saibamos onde ela está.

5 – Gratidão é a palavra chave da felicidade.

Pode até parecer uma frase clichê ou de alguém que não sabe nada, mas é a realidade. Quando aprendi isso, boa parte da minha caminhada se tornou mais leve. Ser gratos aos nossos amigos, aos nossos parentes, ao nosso trabalho, a natureza, ao mundo, aos nossos pertences e a nossa vida é essencial.  A luta pelo mais é cansativa, desgastante e nos traz péssimos frutos. Óbvio que devemos sonhar, mas com a cabeça lá em cima e nossos pés no chão. Existe tanta coisa que a gente tem, tanta coisa que é mais do que merecemos e só conseguimos pensar no que não temos. Valoriza-las faz um bem danado. Mostra-nos que a vida é mais do que qualquer coisa. Não deixe pra estimar quando perder. Depois você pode se arrepender.

Bom, com certeza aprendi muito mais do que isso e sei que ainda preciso amadurecer muito, aprender mais e ter uma alma cada vez mais leve. Porém, não posso negar que 2015 foi o ano em que tirei uma fenda dos meus olhos. Foi ano que renovei meu sim a Deus, o ano em que vi que tenho muito e que ninguém alcança nenhum objetivo se não lutar, se não caminhar com força. Parar para pensar no que a gente aprendeu também é um exercício espetacular, sabiam? Tentem fazer isso e me digam quais são os aprendizados que a vida lhe deu esse ano. Tenho certeza que são muitos. 

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.