Use esse espelho pra se ver.

03 de julho de 2018
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Senta aqui. Vamos conversar um pouco. Finja que eu não sou outra pessoa, que eu sou apenas você. Tome este espelho e se olhe. O que você ver? Até onde você consegue ir olhando dentro dos seus olhos? Somos tão intensos, não é? As vezes fico perdida quando me olho assim. Mas, é óbvio que você precisa ir além. Sinto que ainda não se encontrou e o grande motivo disso tudo é a falta de conhecimento pessoal. Você não se olha, você não se enxerga verdadeiramente. Perde tanto tempo olhando os outros, querendo ter aquela vida encantadora que mostram ter e esquece que dentro de ti existe um encanto sem tamanho. Você é mais. Mesmo que tente achar um menos, não há sinal aqui que não seja o mais. Veja bem, já passastes por tantas coisas que quem está de fora ver força ao olhar pra ti. Parece até tolice dizer isso, entretanto é a realidade. Ao parar um pouco pra examinar os detalhes dos seu olhar, há uma possibilidade de tu enxergar isso. Lembre-se de todas as lágrimas que por ele já desceu, quantas delas foram de alegria e quantas delas foram você gritando que o esgotamento parecia ter chegado? E bem, não chegou. Aí você vivo. Ao olhar para tua boca, lembre-se de todos os sorrisos que dela já brotou. Quantas palavras dela já saíram e machucaram alguém? Ou melhor, quantas delas já foram o motivo de alguma pessoa ir dormir bem? Você faz é já fez coisas memoráveis, veja só. Aí dentro deste espelho há todas as suas qualidades e todos os seus defeitos. Sei que é difícil aceitá-los, mas eles não são tão ruins assim. Há maneiras de se lidar. Há maneiras de colocá-los atrás da porta da vida, basta você conhecer cada um. Dê uma chance a si mesmo. Se conheça. Só você pode saber até onde vai a verdade em si mesmo, ouviu? Só você.

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Vencendo a Bulimia.

02 de fevereiro de 2018

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O post de hoje não é só um texto. Ele é mais, muito mais. Ele fala de um assunto que atinge muitas e muitas pessoas. Principalmente jovens. Por isso, é importante que ele seja feito. Precisamos falar disso, entendem? Precisamos que transtornos alimentares sejam debatidos. Para que? Para salvar vidas. Talvez ele não lhe ajude diretamente, mas pode te fazer ajudar alguém. Talvez você chore ao ler cada palavra que tem aqui, porque foram ditas por pessoas reais que passaram e ainda passam por isso. Talvez você se veja nisso. São muitos talvez, mas também é muita verdade.

Quando criança, eu sempre fui muita afoita e sempre gostei de ler. Não é a toa que criei o meu primeiro blog aos 11 anos (você pode vê-lo aqui). Mas isso também me levou a lugares sombrios. Como taurina, eu sempre amei comer. Como apaixonada por música, eu sempre amei cantoras. Entre elas, Anahi. Descobri que queria ter o corpo dela. Contudo, na minha cabecinha, de uma menina de 11 anos, como seria possível tal fato fazendo brigadeiro de café todos os dias? Procurei sites na internet e achava que tinha encontrado a solução. Eu não comia bem, jogava a comida fora pra minha mãe não desconfiar. Quem me tirou desse mundo? Minha amiga, Clara Emanuele, que ia quase todos os dias verificar se eu estava almoçando. Saia de casa mais cedo antes de íamos a escola.  Eu tive um anjo e consegui me libertar.  Mas e você? E outras meninas? E outros e outros jovens que ainda estão nessa? Trago aqui, duas pessoas maravilhosas que enfrentam e enfrentam a bulimia pra falar melhor sobre isso. E óbvio, uma psicóloga incrível.

Vamos começar com a Alessandra Delgobo, ela tem 21 anos e é formada em Jornalismo. A ale é uma menina maravilhosa, trabalha com marketing e social media. O instagram (adelgobo) dela é todo voltado pra moda e cheio de inspirações. Porém, a Alê é mais do que isso. Ela é uma vencedora. Eu a perguntei quando ela percebeu que estava com bulimia e a mesma me contou sua história. Adianto logo que é forte. Então prepare o lenço e vamos lá:

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“Eu era uma criança gordinha. Desde que eu lembro as pessoas falavam que eu seria uma pessoa gorda e que precisaria emagrecer quando crescesse. Quando comecei a fazer ballet, uma das coisas que eu mais gostava na vida, ouvi pessoas falarem por eu ser gordinha não poderia praticar e dançar. Aquilo me marcou. Desde que eu lembro essa pressão sempre esteve presente. Eu cresci e me desenvolvi muito rápido, com 12 anos eu já tinha mais corpo do que as outras meninas. E eu era sempre comparada com elas, que eram todas magras. Desde essa época eu participava no Orkut de comunidades de “Ana e Mia”. Aos 15 anos eu vi isso explodir na minha cara. Eu odiava meu corpo, eu tinha repulsa por quem eu era. Eu me sentia culpada por comer e tentava ao máximo achar formas para não comer. E quando eu comia, não era algo normal, era uma compulsão e após comer eu tentava “expelir“, através de laxantes, vômitos e excesso de exercícios físicos. Imaginar que eu estava ganhando peso era horrível. Eu percebi que eu estava doente e precisava de ajuda quando eu comecei a desmaiar na rua e tinha que ligar pedindo ajuda para a minha mãe. Cheguei a desmaiar no banheiro e ficar trancada dentro dele por um tempo, porque minha mãe não conseguia abrir a porta. Eles viam que eu não estava bem, mas ao mesmo tempo achavam que era frescura, que era só comer. Até porque eu nunca fiquei abaixo do peso normal, sempre oscilava o que é uma característica da bulimia. Então eles só viam o externo. Atualmente eu tenho amigos que me apóiam, mas naquela época não. Eu estudava de manhã então quando ficava sozinha à tarde eu comia o que eu podia enquanto ninguém estava por perto para me monitorar e depois ficava horas trancada no banheiro, me sentindo culpada por ter comido. Aí no outro dia eu não comia para compensar. Mas em seguida vinha outra crise de compulsão, e depois culpa. Era um ciclo horrível. Por causa disso, eu fiquei com anemia e em 2015 fiquei internada alguns dias num hospital, pois a anemia me deixava com a imunidade tão baixa a ponto de que eu não conseguia ficar muito tempo sem estar doente e precisar fazer exames. Antes de eu ficar internada, que eu tinha um relacionamento abusivo que ele sempre chamava a minha atenção se eu engordava um pouco. Em 2014 eu voltei a fazer dietas e ia para a academia todos os dias. Eu jurava que era uma pessoa saudável e fitness. Mas abusava dos laxantes e diuréticos como uma forma de “ajuda” para emagrecer. Quando eu percebi, já era tarde. Tinha compulsão quando passava uma semana de dieta. E aí vomitava para compensar. Esse relacionamento agravou muito a situação, pois eu achava que se não estivesse magra e me mantivesse num peso bom ele não ficaria mais comigo. Em 2016 eu tive diversas crises, por conta da pressão da faculdade e do estresse. Comida ao mesmo tempo em que era algo que eu amava era algo que eu odiava e tinha repulsa. Eu sinto que eu demorei a procurar ajuda, demorei pra conseguir falar com alguém sobre isso. Então meu único conselho é: peça ajuda. A comida não é sua inimiga. Seu corpo não é seu inimigo. Eu sei que parece impossível sair disso, eu sei que dói. Eu sei que você se sente julgado pelos outros, que parece que ninguém te entende. Mas eu entendo. E eu estou aqui. Eu consegui sair disso e você também vai. Eu consegui amar meu corpo pelo que ele é. Você também vai. Eu acredito em você.”

Forte. Eu sei. Mas ela conseguiu sair, ela enfrentou e venceu. Todos nós podemos fazer isso. Agora, temos Igo Lucas. Ele é de Pernambuco, tem 18 anos e um lindo dom para fotografia. Eu tenho uma história bonitinha com ele. Conhecemos-nos num grupo de blogueiros do facebook e um dia conversando com uma vizinha, ela acabou soltando que era da cidade dele e no fim, descobri que ela era sua tia. Ele veio até aqui e nos conhecemos pessoalmente. O Igo também tem um instagram lindo e um grande dom para as palavras. Mas, assim como a Ale, ele é um vencedor. Enfrenta a bulimia e segue em frente. É aquilo do enfrente, em frente. Vamos ver o que ele tem pra nos dizer?

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> Quando você percebeu que estava com bulimia?

Fiz um tratamento de emagrecimento durante meses. Por dia não poderia passar de 1.500 calorias, o médico disse: ‘’você engorda a partir do momento que passar dessa quantidade’’. Então eu sempre tinha que ter a base do que comer, porém todas as vezes que eu passava da quantidade, eu saberia que iria engordar e me sentia com a consciência muito pesada, então infelizmente acabou se tornando um ciclo em minha vida.

> Você tem apoio dos seus familiares ou amigos?

Na verdade, eu acho que quem passa por isso, geralmente não conta aos familiares, por medo ou vergonha, então sim, muitas vezes desabafei com minha mãe, fiz terapias, tomei medicamentos, porém isso é uma coisa que você pode conversar o quanto for só vai depender de você e sua consciência. ‘’Vou fazer isso só hoje’’, amanhã da mesma forma, e assim infelizmente vai fazer por dia, meses, anos.

> Qual recado você daria pra quem está enfrentando isso?

Eu sei que é muito difícil viver nos padrões hoje em dia é muito complicado, onde ser você é se achar insuficiente, porém queria dizer que você é incrível da maneira que Deus lhe fez (estou escrevendo isso para mim também). Se apegue com pessoas que te de carinho e atenção, com certeza procure ajuda médica, não é feio e nem motivo de vergonha, você é incrível.

Pois é, assim como o Igo falou, é necessário procurar ajuda médica. Terapia, acompanhamento psicológico e psiquiatra são essenciais para vencermos essa batalha. Por isso, chamei uma amiga psicóloga que além de ser extremamente inteligente é um ser amável e humano. A Hannah Alves (clique aqui pra ver o perfil dela):

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“A quantidade de pessoas com transtornos alimentares só cresce, e isso tem a ver com o fato de estarmos sendo pressionados o tempo todo para nos enquadrarmos em um padrão de corpo inalcançável. A Bulimia é um transtorno alimentar grave, onde o paciente ingere grandes quantidades de comida de uma vez, em seguida, sente-se culpado, e tenta se “livrar” das calorias que foram consumidas. A pessoa pode fazer exercícios físicos exageradamente, utilizar-se de laxantes ou provocar o vômito. Isto leva a um comportamento vicioso e compulsivo, que pode causar diversos problemas físicos e emocionais no paciente, e em alguns casos, levando a morte. A maioria das pessoas com Bulimia são do sexo feminino, mas os homens também podem ter este transtorno. Geralmente os pacientes bulímicos não aparentam estar doentes externamente (diferente da anorexia nervosa), portanto, para reconhecer se alguém tem Bulimia, você deve observar como essa pessoa se comporta em relação à alimentação dela, se existe uma exaltação do corpo magro, um medo exagerado em engordar, idas freqüentes ao banheiro logo após as refeições, rituais ao comer, sigilo em relação à comida, como por exemplo, levantar no meio da noite para ir comer escondido, ou esconder alimentos, isolamento social, outros comportamentos compulsivos como o uso de álcool. Se você conhece alguém, ou tem esses sintomas, procure um psicólogo e um psiquiatra. A Bulimia assim como os outros transtornos alimentares tem tratamento, e a vida da pessoa pode melhorar.”

Portanto, se você passa por isso, não hesite em procurar ajuda médica. Vá, não é vergonha alguma lutar contra esse mau. E, se não é contigo e sim com alguém que você conhece, ame essa pessoa e a leve em algum psiquiatra ou psicólogo. Nós, eu, você e os outros precisamos nos sentir amados. O amor é essencial e amar é procurar o melhor pro próximo.

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Onde há um você, há o que dizer.

01 de fevereiro de 2018

Eu sei que cenários bonitos encantam os olhos dos outros, atraindo belos sorrisos ou olhares curiosos. Mas, para combater o caos que há dentro dos meus pensamentos, eu ando preferindo lugares vazios, onde a nudez perdura. Pode parecer estranho aos olhos dos outros, contudo, aos meus, nada é mais entendível que isso. Sei que dizem por aí que poetas gostam de exageros ou que a extravagância é mais atraente aos dedos de um escritor. Porém, eu digo com toda a certeza que há dentro de mim – pelo menos por enquanto – que não preciso de muito para me sentir bem.

Muitas vezes eu caí na do mundo de achar que nada iria me satisfazer se não houvesse aplausos dos outros. Como aquele curso da universidade, como aquele corpo das revistas, como aquelas viagens de instagram ou com aquela vida que a maioria sonha. Mas eu não sou isso. Você também não é, acredite em mim. A gente consegue se contentar com quase nada quando enxergamos o nada como tudo. Tem coisas que me fazem muito bem no dia-a-dia, um bom livro ou um filme antigo. Talvez tu tenhas um jogo de vídeo game ou um esporte. Ali também existe felicidade. Conversas com amigos, almoço em família, telefonema de alguém distante ou uma tarde de séries sozinho. Tudo isso pode ser tão pequenino perante o que eu almejava, contudo, é o essencial para mim.

Não perco em meus pensamentos os sonhos de infância, o desejo de encontrar poesia em cada lugar do planeta. Isso não. O que acontece é que eu não preciso mais disso pra continuar vivendo bem. Ou pra continuar sendo poeta. Eu não sei se você entende o que eu estou escrevendo agora, mas o que eu quero mesmo passar é que há em cada pedaço do lugar que você se encontra agora, um cadinho de beleza. Detalhes que muitas vezes você deixa passar estando com a cabeça no luxo. Há vida aí. Se há vida, há o que escrever. Se não há, escreve sobre a ausência dela. Mas sempre, sempre existirá algo que eu ou você possamos narrar. Não precisamos ir muito longe pra isso. Só ver além.

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Café, amor e eu.

24 de outubro de 2017

Gosto de tomar café com leite. Um pouco frio, um pouco quente. Morno, como diz minha mãe. Assim como gosto de tudo na vida. Mas, não significa que eu seja assim. Eu sou intensa. Pra mim ou é zero vírgula oito ou é oitenta mil, compreende? Vai do menos infinito ao infinito em questão de segundos. Como uma função potencial. Tudo corre. Não queria ser assim, de coração mesmo. Queria ser como o café que bebo agora. Talvez, o mundo me aceitasse mais. Ou não.

Eu não sei como as coisas funcionam na vida, algumas vezes penso que tudo dar mais certo pra quem não se preocupa muito. Porém, como alguém pode não viver preocupado com as coisas hoje em dia? Olho para os lados e vejo uma bomba de emoção em cada segundo. Seja boa ou ruim. Tudo está indo reagindo de tal forma que chega a assustar. Ou pelo menos me assustar. Temo olhar nos olhos dos outros e absorver demais. Temo passar por ruas e receber as lágrimas das pessoas. Temo me ver sorrindo sem motivos só porque o sorriso daquela criança é lindíssimo. Temo ter alma de poeta numa sociedade de números. Temo a realidade, pois quero viver no mundo dos sonhos. Temo acreditar que o amor não morreu e ele já está morto. Temo, apenas temo.

Se eu falar que isso me faz ser medrosa, irão dizer que não. Ora, pessoas fortes sentem medo também. Isso é, se eu for forte como dizem. Todo mundo tem a mania de achar que quem é intenso é forte. Que quem sente muito é corajoso. Ai, como eu gostaria de me sentir assim. E se isso fosse verdade, por que eu não me encaixo onde eles estão? Sempre sou aquela com medo de magoar e que acaba sendo magoada. Sempre acabo sendo a sensível demais. Sensível e forte. Isso pode? Se colocarmos na física, são opostos. Se são opostos, se atraem. Então, talvez possa assim. Talvez estejam certos. A gente pode ser uma contradição também.

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.

Fazendo poesia com chapéus – Chapelaria Vintage

14 de agosto de 2017

Eu sempre fui completamente apaixonada por chapéu. Isso eu acho que todo mundo sabe. Eu não sei o que eles têm que me fazem me sentir tão bem comigo mesma. Aliás, eu sei, uma pitada de poesia. Sinto que quando os visto, uma camada de poemas se gruda em mim. Talvez você se sinta assim também. Acho que é coisa de poetisa, não é? Mas bem, hoje separei alguns looks usando dois chapéus que eu amo e exalam palavras por aí. Tenho a impressão que pode inspirar vocês ou me inspirar mais ainda, quem sabe?

O primeiro é o Chapéu Pork Pie que é o que eu mais uso e está sempre do meu ladinho. Eu sempre penso que ele me deixa com carinha de anos 70, sabe? Como se a qualquer momento eu fosse pegar uma lambreta e sair ao som de um jazz com uma mochila cheia de livros e um lápis pra compor meus textos. Não é a toa que eu montei esse look mais anos 70 impossível com essa camiseta:


Mas, o Chapéu Pork Pie não é só algo pra os 70's. Eu também inventei de montar um look todo Rock'N Roll com uma T-Shirt incrível que já diz muito sozinha de tal forma que me senti dentro de um clipe da Avril Lavigne em 2003. Sério, vocês acham isso também? Hahahaha.

Outro chapéu que eu amo e segura um estilo gigantesco é o Chapéu Fedora. Acho que se você tiver um look todo básico e jogá-lo já vai sentir a segurança de saber que está esbanjando estilo por aí. O meu é o Fedora Vermelho e eu consegui me vestir de um jeito bem As Patricinhas de Beverly Hills hahahah. Acho que, além do chapéu, a saia também deu essa impressão.


Então, é isso. Espero que tenham gostado do post. Tentarei fazer mais assim por aqui. Ah, também existem chapéus femininos e masculinos na Chapelaria Vintage, viu? Vocês podem acompanhar algumas dicas de chapéus no blog deles e vem mais textinhos aqui por esses dias também.

Com amor, Martinha.

Martinha Barreto. 19 anos. Estudante de Engenharia Civil. Técnica em Edificações. Sonhadora. Apaixonada por MPB. Flamenguista doente. Viciada em livros. Escreve desde os 12 anos. Um pouco dramática. Um pouco exagerada. Meio Julieta. Meio Helena. Meio Marília. Meio Capitu. Inteiramente palavras.